Nunca me custou imaginar as conversas que poderíamos ter tido e nunca tivémos, e adaptar as que fomos tendo para lhes dar a interpretação que queria - sempre, sem falha, errada. Aqui está uma das que gostava de ter contigo.
eu: então achas que não és previsível?
ele: se tu dizes que sou.
eu: e és.
ele: yo, previsível - (diz lá que não és?)
eu: vês, como és?
ele: claro que sou.
eu: ninguém me surpreende.
ele: ya, tu conheces toda a gente.
eu: as pessoas podem até fazer coisas que não estou à espera mas que encaixam perfeitamente nos seus padrões de comportamento, logo, não me estão a surpreender.
ele: yo, és bruxa e ninguém te surpreende.
Seria exactamente assim - porque também ele já não me surpreende.
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