Olá Célia... Sei que queria escrever-te há um tempo, mas não me lembro se cheguei a fazê-lo, por isso desculpa se me repito. Não sei como encontrei o teu blogue, mas lembro-me que, ao ler-te pela primeira vez, tive uma reacção tipo cena de filme, fiquei a olhar à volta, incrédula, a tentar perceber se tinha escrito aquelas palavras sem saber, ou se alguém me observava e escrevia sobre a minha vida. Estranho, muito estranho... Acho que escreves muito bem. Não sei se escreves sobre uma pessoa real, não sei se és tu de facto naquelas fotos, se tens a idade que dizes ter... Mas é incrível como me revejo nas tuas palavras, como a tua história podia ser a minha, como consegues passar para o papel tanto do que eu sinto e, muitas vezes, não consigo exprimir. Sobretudo porque me acontece ficar com um nó no cérebro de tanto pensar e não tirar conclusões, conclusões que, de resto, talvez seja mesmo impossível tirar. Depois de algumas semanas sem te ler, vim ao teu blogue e senti um aperto no coração com este último post porque, neste entretanto, também eu morri. Comecei um blogue e comecei a escrever por causa de sentimentos com os quais não conseguia lidar, por causa de um Amor que acabei por descobrir ser impossível. Escrevia, acho eu, sobretudo para que o ERRE me lesse, e comecei o meu blogue com este pequeno texto (http://thewhitesponge.blogspot.com/2010/04/palavras.html). Mas sei, agora, que é para mim que escrevo. Não morras para sempre:) E não deixes de escrever.
2 comentários:
Olá Célia...
Sei que queria escrever-te há um tempo, mas não me lembro se cheguei a fazê-lo, por isso desculpa se me repito.
Não sei como encontrei o teu blogue, mas lembro-me que, ao ler-te pela primeira vez, tive uma reacção tipo cena de filme, fiquei a olhar à volta, incrédula, a tentar perceber se tinha escrito aquelas palavras sem saber, ou se alguém me observava e escrevia sobre a minha vida. Estranho, muito estranho...
Acho que escreves muito bem. Não sei se escreves sobre uma pessoa real, não sei se és tu de facto naquelas fotos, se tens a idade que dizes ter... Mas é incrível como me revejo nas tuas palavras, como a tua história podia ser a minha, como consegues passar para o papel tanto do que eu sinto e, muitas vezes, não consigo exprimir. Sobretudo porque me acontece ficar com um nó no cérebro de tanto pensar e não tirar conclusões, conclusões que, de resto, talvez seja mesmo impossível tirar.
Depois de algumas semanas sem te ler, vim ao teu blogue e senti um aperto no coração com este último post porque, neste entretanto, também eu morri.
Comecei um blogue e comecei a escrever por causa de sentimentos com os quais não conseguia lidar, por causa de um Amor que acabei por descobrir ser impossível. Escrevia, acho eu, sobretudo para que o ERRE me lesse, e comecei o meu blogue com este pequeno texto (http://thewhitesponge.blogspot.com/2010/04/palavras.html). Mas sei, agora, que é para mim que escrevo.
Não morras para sempre:) E não deixes de escrever.
Luísa
Para onde é que te posso enviar uma msg que não apareça automaticamente no blogue?
Luísa
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