Tu matas-me. Se não me matas queres-me matar. Se nem sequer me queres matar, o universo quer que tu sejas responsável pela minha morte.
Hoje vou falar contigo na internet e a conversa desenrola-se mais ou menos da seguinte forma:
Eu: tens trabalhos para hoje? é para saber se levo os óculos.
Tu: é isso tudo aí, não percebo nada do que dizes.
Eu: não percebes nada do que digo ou do italiano no ponto em que está agora?
Tu: continuo sem entender nada do que dizes
Eu: bem, estou a falar com o G. N. ou é engano?
Tu: é engano
Eu: então é o fantasma da coelha?
Tu: lol
Eu: então se não és tu é quem?
Tu: namorada
(Por esta altura a respiração começa a fugir-me e os dedos a tremer)
Eu: ai é? estás muito espirituoso hoje
Tu: ele não tá aki (tu não escreves com k) tá a tomar banho
(Cai-me tudo, não quero acreditar, no entanto aos poucos, vou acreditando)
Eu: tá bem
(15 min depois)
Tu: yo, não estava aqui
Eu: pois não, estava a tua namorada
Tu: não era namorada nenhuma
Eu: disse que era
Tu: disse? falou contigo? vá, vou descer, passamos aí?
Eu: não.
E pronto, foi assim que começou o meu pesadelo hoje. Depois fico a pensar que todos me querem esconder alguma coisa. Depois fico a pensar que devia ter controlo sobre mim própria nestes assuntos mas não tenho. Não tenho, não tenho.
Depois dizes-me que estavas a gozar comigo, que foste tu o tempo todo, que tenho de me controlar, riste, disseste que é para eu aprender que não há pessoas previsíveis.
E eu não consigo deixar de pensar... é melhor não saberes o que penso.
Hoje vou falar contigo na internet e a conversa desenrola-se mais ou menos da seguinte forma:
Eu: tens trabalhos para hoje? é para saber se levo os óculos.
Tu: é isso tudo aí, não percebo nada do que dizes.
Eu: não percebes nada do que digo ou do italiano no ponto em que está agora?
Tu: continuo sem entender nada do que dizes
Eu: bem, estou a falar com o G. N. ou é engano?
Tu: é engano
Eu: então é o fantasma da coelha?
Tu: lol
Eu: então se não és tu é quem?
Tu: namorada
(Por esta altura a respiração começa a fugir-me e os dedos a tremer)
Eu: ai é? estás muito espirituoso hoje
Tu: ele não tá aki (tu não escreves com k) tá a tomar banho
(Cai-me tudo, não quero acreditar, no entanto aos poucos, vou acreditando)
Eu: tá bem
(15 min depois)
Tu: yo, não estava aqui
Eu: pois não, estava a tua namorada
Tu: não era namorada nenhuma
Eu: disse que era
Tu: disse? falou contigo? vá, vou descer, passamos aí?
Eu: não.
E pronto, foi assim que começou o meu pesadelo hoje. Depois fico a pensar que todos me querem esconder alguma coisa. Depois fico a pensar que devia ter controlo sobre mim própria nestes assuntos mas não tenho. Não tenho, não tenho.
Depois dizes-me que estavas a gozar comigo, que foste tu o tempo todo, que tenho de me controlar, riste, disseste que é para eu aprender que não há pessoas previsíveis.
E eu não consigo deixar de pensar... é melhor não saberes o que penso.

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