Como me sinto bem quando me inclino sobre os teus compiti contigo a meu lado e foco a visão para entender o que está escrito. Depois tenho-te, a meu lado, a tagarelar o que vais lendo, e fico espantada com o rápido que assimilaste a língua, em especial o sotaque. Fazes batota permanentemente, principezinho, a ir ver à página anterior qual é o verbo. Não gostas de errar, pois não? Não gostas de ser apanhado em falta. Não sei explicar o quanto acho bonito o facto de apareceres no café com os trabalhos para te ajudar. Gosto tanto de ti e do teu cheiro. Mudaste tanto, desde o G que comia ranho na escola...
Quanto a mim conheci ontem alguém invulgar num situação surreal. Mas esse será outra entrada, foi demasiado especial para ser aqui "anexada".
Baci, amore mio, ti voglio tanto bene...

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